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De acordo com esses valores, as democracias podem protestar contra alguns atos internos das ditaduras - torturas, e coisas assim. Mas devem
fazer isso discretamente, sem permitir que esses atos, que freqüentemente envolvem interesses de segurança, prejudiquem os novos valores preponderantes dos líderes democráticos. Esses valores são o
comércio e o investimento nas ditaduras, que, no entender das democracias, são importantes para as suas economias nacionais. Tais investimentos às vezes são chamados de empregos, mas usualmente são
interpretados como lucros empresariais. Em troca, as ditaduras permitem que as democracias invistam em - e comerciem com - empresas que os capitalistas considerem lucrativas para seu poder comercial,
embora não necessariamente para seus empregados ou à saúde econômica nacional dos respectivos países. |
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O AMI entende por investimento, todo tipo de bens tangíveis ou intangíveis, móveis ou imóveis, propriedades
(territoriais, águas internas e mares territoriais) e outros interesses de uma empresa (que poderiam ser, patentes sobre a vida, privatização de plantas, animais e partes humanas) que lhe permitam
participar na renda ou nas utilidades, direitos de propriedade intelectual, direitos emanados de contratos reais como de concessão e licenças, direitos conferidos pela lei de um país
e qualquer promessa de capital ou bens para o território de outra das partes do acordo, na perspectiva de obtenção do lucro. |
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