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"A parte comercial na criação da ALCA talvez seja até a menos importante. O mais importante na ALCA é o poder, inclusive jurídico, que os Estados latino-americanos transferem para os EUA, não apenas nos contenciosos comerciais, onde já existe a OMC, mas sobretudo no campo dos investimentos, onde a ALCA ressuscita os termos do AMI-Acordo Multilateral de Investimentos que foi engavetado há dois anos, devido a oposição de países europeus".

Cientista político José Luís Fiori
na Folha de São Paulo, em 13 de maio de 2001.

1998
Matéria publicada no ClipPirata, número 4
Antecedentes ao  A.M.I. - Acordo Multilateral de Investimentos
Artigo de A.M. Rosenthal, em 07 de maio de 1998, no The New Yok Times, alertava que a "Nova Ordem" como o mais importante conceito internacional desde o fim da 2ª Guerra Mundial. Neste ambiente foram eleitos ou reeleitos Salinas de Gortari, Andrés Péres, Fujimori, Menem e FHC. mais

1998
Artigo de Henrique Rattner no Jornal dos Economistas
Globalização e soberania nacional
A globalização e a criação de mercados comuns tendem a erodir as fronteiras econômicas, facilitando às corporações e aos mercados financeiros escaparem dos controles do Estado e, assim, evadirem-se de suas responsabilidades para com o interesse público. As pressões por mais abertura, liberalização, privatizações e "integração" econômica total (Alca, União Européia) rerpresentam mais um esforço do grande capital para assumir o controle completo em busca de mais lucratividade. mais

1999
Matéria publicada no ClipPirata, número 18
Seattle'99 e a Rodada do Milênio
Tom Hayden, um dos sete de Chicago, condenado nas manifestações em 1968, hoje senador pela Califórnia, escreveu que Seattle terá conseqüências muito maiores. Em Chicago, nós estávamos lidando com um único problema, a Guerra do Viet Nam que iria acabar mais cedo ou mais tarde, mas a Nova Ordem mundial com seus tentáculos não vai.

2001/2002

A ALCA e a Cúpula das Américas em Quebec
A repetição das manifestações anti-globalização de Seattle a Praga e Nice, o A20, com direito ao Muro da Vergonha, pancadaria terceiromundista em Gothemburgo e o emblemático cancelamento da Reunião de Barcelona 2001 do Banco Mundial dão a mostra crescente da conscientização e rejeição à globalização neoliberal, excludente, rentista e poluidora. Dois anos depois, em Cancún 2003, a OMC agoniza, agora em meio à organização dos pobres.

Depois do neoliberalismo, as novas formas de dominação , em acurada análise desde Margareth Tatcher à nova direita e perspectivas, por
Emir Sader

O Brasil só tem a perder com a ALCA, por Samuel Pinheiro Guimarães

ALCA de Bush só prevê mercado para os EUA, por Argemiro Ferreira

Antiamericanismo pode bloquear ALCA, por Reinaldo Gonçalves

ALCA e o "Destino Manifesto", por Luis Fernando Novoa Garzon

Por que a Alca seria nociva ao Brasil?, por Mangabeira Unger

2003 - Sob o governo do PT

Aqui no Brasil, a quinta-coluna, que andava meio recolhida, já se assanhou toda. Nos últimos dias, choveram críticas nos meios de comunicação ao Itamaraty e aos negociadores brasileiros, em Quem está solapando a Alca?, por Paulo Nogueira Batista Jr.

Um par implausível: Alca e democracia, por Francisco de Oliveira
 

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